Sai Mônica Veloso da próxima Playboy, entra Bárbara Paz, ex também, mas do Supla (ui!). Os jornalões dizem que as fotos não ficaram prontas. Parece que não é bem assim. Segundo o blog do Rovai, o advogado da Abril recomendou gaveta enquanto rolar o julgamento do Renan. A empresa é citada, está no rolo, e a moça é testemunha. Poderia complicar o cofrinho dos Civitas. Interessante que mais uma vez um blog dá uma notícia em primeira mão
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Troca de madamas na Playboy
Postado por
Jurandir Paulo
às
15:33
0
comentários
Marcadores: elites, quem lê tanta notícia
Levantamento de informações
Postado por
Jurandir Paulo
às
04:23
0
comentários
Marcadores: fotopotoca
Sessão paraguaia de filme brasileiro americanizado
Eu vi “Tropa de elite”. Nem tentem me prender, esculachar, nada fiz. Apenas comprava no Centro material para fazer meu puxadinho. Ali, ao lado do Camelódromo. Parei numa birosca que começava a passar o filme em uma TV minúscula. Juntou gente. Grudei na tela, comprei uma latinha, e vi tudo.Estou pronto para fazer uma crítica de cinema antes da grande mídia. Problema deles que são filhos da pauta.
...
Hollywood veio dar uma mãozinha para o cinema brasileiro conquistar, finalmente, seu Oscar. Os gringos colocaram sua melhor expertise: a boa grana, as violentas cenas de ação e uma história bem contada, com roteiro seguindo os chavões da indústria ianque. Se vamos botar o mão no boneco, os entendidos que se manifestem. Tenho lá minhas dúvidas. Há incômodos para eles no filme e aos meus critérios. Mas, acho até cômico, depois de tantas tentativas dos nossos cineastas mauricinhos narrarem suas “sensíveis” percepções, uma história baseada em livro de policial do Bope conquistar louros em Los Angeles.
E o filme é Bope, totalmente caveirão. Pode servir de estímulo em seus treinamentos. Levanta o moral da tropa. Desconfio desta realidade. Vende-se policiais incorruptíveis, o que fatos notórios contestam. Vemos cenas de exercícios de iniciação onde tentam eliminar os fracos e os corruptos. O cinema americano precisa de mocinhos e bandidos claros. Com o tempo aprendeu a flexibilizar o maniqueísmo. Humanizaram, no seu restrito e pior sentido, colocando cores mais reais. Neste filme, esta elite policial é violentíssima. Arrebenta, tortura barbaramente pessoas inocentes, como a esposa de um traficante, mas são eficientes ao extremo em seus propósitos. Fazendo sucesso no exterior o filme pode levar muitos de nossos policiais brasucas a fazerem bela carreira em Israel, Iraque ou outros aprazíveis recantos do planeta.
Inegável, lá está nossa realidade. Uma cadeia de reprodução. Policiais barbaramente violentos se alimentam de inescrupulosos traficantes, que precisam ser sustentados por uma classe média boçal, consumidora de drogas. Estes últimos são os que ficaram com o filme mais queimado. O núcleo “Malhação” é pobre. Faltaram a aulas no Tablado, mas fazem a platéia concluir que nossos branquinhos são os que mais fazem eme na sociedade. Alguns deles acham que pobres podem ser redimidos com esmolas, em uma dança, um teatrinho, uns desenhinhos, onde deveriam sacar que apenas uns óculos fazem toda a diferença. Vejam sobre as ongs no post da Kelly.
Há algo a pensar, sem dúvida. O filme lembra, logo em seu início, que existem 700 favelas no Rio, todas com milícias armadas. Impossível não refletir sobre o tamanho deste problema, suas conseqüências. Os liberais certamente irão colocar a culpa no indolente povo, que nada faz por mudar sua condição, que perverte a paisagem ao morar ao seu lado. Não querem pensar que fizeram isso ao longo de muitos anos, mantendo e reinventando uma política que exclui milhões, sem um projeto factível de solução. Estamos condenados a ver, depois de palmeiras, samba e carnaval, nossas pobres mazelas se transformarem em novo exotismo aos olhos do faturamento de Hollywood.
Postado por
Jurandir Paulo
às
04:17
3
comentários
Marcadores: Crítica
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
NGO´s
As organizações não governamentais estão fazendo seu trabalhinho de todo dia direitinho para manter a sociedade exatamente como ela está.
Quando não são meras repassadoras de esmola no melhor estilo igreja católica eximindo culpa, seguem um modelinho "aprendam um ofício subalterno e mantenha-se subalterno, que este é o seu lugar, ô menino do criança esperança".
A prática política é desestimulada. A política, afinal, é uma coisa suja, de gente que rouba, feita por pessoas que conhecem esquemas que os demais nunquinha terão acesso.
Então, a via política que é sempre excluída.
Mas ora, bolas, um teatrinho na comunidade resolve todos os problemas, não é mesmo? Um computador com acesso ao yakult é inclusão digital. Uma oficina de marcenaria abre portas da esperança do mercado de trabalho para os meninos que, poxa vida, só conheceriam o tráfico como opção.
Será mesmo?
Postado por
Kelly Christynna
às
17:15
0
comentários
Marcadores: história como farsa
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Quanto riso, quanta alegria...
Postado por
Jurandir Paulo
às
14:49
2
comentários
Marcadores: fotopotoca
Colunas e Ruínas

Este título, que pego emprestado de alguém que já definiu nossos jornalões desta forma, hoje me veio a cabeça quando li embasbacada sobre a festinha promovida na Oscar Freire - q foi fechada - em São Paulo estes dias a propósito de não sei muito bem o quê.
O motivo destes brasileiríssimos eventos pouco importam. Bacana mesmo é ver mais uma vez as elites beberem 4 mil litros de champagne em um esquema no qual "estivessem protegidos dentro de uma bolha". Percebam, isso não foi dito eh tom crítico. Devia estar no release do evento.
Mais: "se abrir pra todo mundo, vira carnaval da B.". Eu, a pobre, achava q os colunáveis adoravam ir para o carnaval da B. Então, lendo as notinhas todas, percebo pelo menos duas frases memoráveis q mostram uma nova tendência: elites divididas.
Uma moradora "excluída" dos Jardins reclamou q sem a tal pulserinha não podia nem entrar nas lojas. E ela nem queria beber champagne, mas se dizia humilhada.
A ex-mulher-de-30-a-menos de um deputado exibia uma camisa com o slogan estampado: chega de impunidade. Nas costas: Cansei de corrupção, impunidade, violência. Mas a pantera marcava posição, não é mais uma das cansadas, ela é a fundadora do movimento Chega Brasil.
E eu pensava que os maleducados de esquerda que tinham esta mania de se dividir em partidinhos.
Postado por
Kelly Christynna
às
14:17
0
comentários
Marcadores: colunas e ruínas, elites, quem lê tanta notícia
A inteligência de nossas elites

Vi a entrevista do sociólogo Alberto Carlos Almeida no Roda Viva, segunda última. É aquele que a Veja disse provar em pesquisa que nossa elite tem papel crucial na construção de um Brasil moderno, por ser menos preconceituosa, menos estatizante e com valores sociais mais sólidos. Pensar o contrário é “maniqueísmo tolo, típico da rasa cachola esquerdista brasileira”, diz o isento jornalismo da revista.
Não é bem assim. A pesquisa aponta que em valores sociais são as elites que gostam de um jeitinho para se dar bem, é o que o professor confirma. Mas, o tempo todo, o acadêmico tenta a conclusão de que os pobres assim o são por falta de estudos. Ao contrário, nossas elites estão bem preparadas e não merecem carregar o peso do estado que sustenta este parvo povo.
Ainda não tenho doutorado, como o professor e seu amigo Roberto da Matta, tolamente o defendendo, mas tenho minha análise: nossas elites são retrógradas, perversas e odeiam o andar de baixo, herança de nosso ainda recente passado colonial. Condenam o estado, mas o cobiçam permanentemente no restrito cumprimento de suas demandas. Odeiam os despossuídos, mas não têm a menor capacidade de atentar para sua responsabilidade na miséria que bate às suas portas, inclusive na forma da violência urbana. Nossas elites precisam voltar para a escola para tentar salvar o seu capitalismo que está fazendo água. Até agora, ainda não apareceu para salvá-los algum de seus “ professores” com uma tese de verdade, apenas profetas com bravatas para faturar um troco com ajuda da mídia.
Postado por
Jurandir Paulo
às
01:31
0
comentários
Marcadores: elites, quem lê tanta notícia
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Cansados e com nojo


Se uma foto vale por mil palavras, três... A seqüência, momento em que a apresentadora Hebe Camargo fugia de uma fã, mostra sua tropa de elite barrando e limpando os resíduos de povo. Agora temos um flagrante para entender melhor do que eles estão cansados. Não, ainda não desejam uma limpeza étnica, imagino, a Hebe precisa de gente como esta senhora para seu Ibope. Outros, ainda necessitam do suado dinheirinho da população para comprar seus produtinhos. E querem mulheres fortes, dentes saudáveis, para limpar suas casas e alimentar seus filhos. Cansaram mesmo é do povo, seu jeito, sua cara. Não demora vão mandar todos para muito longe (o Piauí?) e irão construir um forte muro para impedir que sujem a paisagem. As fotos são de Jesus Carlos da agência Imagem Latina e foi publicado neste final de semana na Carta Capital.
Postado por
Jurandir Paulo
às
18:30
0
comentários
Marcadores: elites
boicotes, pq não?
Claro que aderi ao boicote à Philips, afinal, o Piauí é aqui.
Se o Piauí não é aqui?! Só se for na casa do babaca q publicou meia página no jornalão do balneário uma inaceitável (mas previsível) propaganda do tal movimento.
Falando em publicações que apóiam o dito, pessoas queridas vão boicotar a outrora alternativa editora das revistas Trip e TPM.
Afinal, o que dói neles não é o bolso? So...
Postado por
Kelly Christynna
às
18:02
0
comentários
Marcadores: elites
domingo, 26 de agosto de 2007
Crise das elites
uma das maniazinhas do jornal do balneário q mais me irrita são as constantes notinhas com o título "crise, que crise?" que as colunas insistem em dar para *noticiar* vendas de avião, vinhos de 6 digitos, relógios idem etc. Ora ora, será que é tão difícil entender que é exatamente aí que reside a gênese do conceito de *crise*, num país onde mais de 90% da população ganha menos de 800 pilas?
Ah, lembra nosso sábio professor, o Brasil nao é um país pobre, mas injusto, né? E afirmam as elites: "enquanto eu estiver do lado de cá da injustiça e longe dos pobres, tá beleeeeeeza. Pra mim, tem crise não, continuo na fila do jogo de gamão de 25.000,oo".
Postado por
Kelly Christynna
às
12:50
0
comentários
Marcadores: elites, quem lê tanta notícia
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
A hora do espanto
Já estava claro que a mídia golpista tentaria de tudo para pressionar o STF, tentando requentar o clima de caça às bruxas, mas foi patético. De todos, o Globo merece troféu. Fez o maior estardalhaço por conseguir interceptar a correspondência de ministros. Publica hoje escandalosa manchete na espera de repercussão, e aí? Nada. Dona Míriam Leitão tenta ajudar a casa em comentário de seu blog. Segundo ela, ouvindo “fontes do Judiciário” (sim, a repercussão é tão grande que ninguém deseja ter seu nome no babado) não houve invasão da privacidade, já que a sessão era pública, e que não é normal que ministros conversem sobre seu voto.
Fica difícil assim, dona. Como não conversam? Fizeram isso ontem pela primeira vez? E não houve invasão? Tá. Vou fotografar, publicamente, a tela do notebook da senhora e publicar aqui suas conversas animadas com a tucanada golpista, seus acertos de negócios. Vou parar no porão do Bope no mesmo dia, com pau de arara e choques elétricos no cardápio. Justiça é mais embaixo, dona.
Postado por
Jurandir Paulo
às
13:37
4
comentários
Marcadores: quem lê tanta notícia
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Processo Penal For Dummies
Prova do que a mídia teme nos blogs. No Scarlet Letters, uma advogada, tremenda profissa, passa um pito pela baboseira publicada em nossos jornalões sobre o processo do mensalão. Incluindo as costumeiras platitudes de Dona Lúcia Hipólito, esta que nossos barões acreditam ter o que dizer.
Postado por
Jurandir Paulo
às
14:54
5
comentários
Marcadores: quem lê tanta notícia
E só o cafetão foi pra prisão
Postado por
Jurandir Paulo
às
05:20
0
comentários
Marcadores: fotopotoca
A mídia vexada ataca
A grande mídia monopolista e golpista acaba de escolher um novo inimigo: a internet. Mais especificamente, os blogs e sites de política. Não é só o Estadão que cutuca ao divulgar campanha ridicularizando os blogueiros. Na edição do último domingo, dia 19, o Globo dedica duas páginas para tentar desmoralizar a informação que não esteja carimbada com seu aval. Com o título “Mundo virtual se torna ‘editora’ de falsos textos”, o jornal destila obviedades sobre notórios textos apócrifos divulgados pela internet para só no final mostrar qual seu verdadeiro objetivo, e com quem efetivamente estão preocupados.
O jornal foi buscar o “confiável” cientista social Bernardo Sorj, da UFRJ, com a tarefa de dizer exatamente aquilo que os barões desejavam. Para o acadêmico, a internet tem tido um efeito quase nulo como ferramenta de transformação social, apenas se limitando a reproduzir a rotina da vida política brasileira, que se caracteriza “pela procura da desmoralização do inimigo, pelo escândalo constante e pela falta de visão político-programática mais séria”. Será mesmo que ele fala da internet? E vai mais além, abrindo o jogo, ao afirmar que ao dar a chance do usuário escolher o conteúdo, as informações políticas ficariam restritas a grupos auto-referidos. “Os sites e blogs reforçam as crenças em que as pessoas já acreditam”, diz.
Pois, então, o recado é esse: fiquem com o monopólio da mídia e não tentem se engraçar na busca de informação, menos ainda em produzi-la ou divulgá-la. A verdade pertence apenas aos escolhidos senhores donos de jornais e concessões de TV ganhas em favores escusos. Somente eles têm o privilégio de reforçar as mesmas crenças, de desmoralizar impiedosamente seus inimigos e de fabricar escândalos constantes para impedir que a sociedade tenha uma correta visão política.
Algo me diz que há muita preocupação no reino da desinformação.
Postado por
Jurandir Paulo
às
03:26
1 comentários
Marcadores: quem lê tanta notícia



