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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Por um novo logo para a Copa de 2014


Alexandre Wollner, um dos mais respeitados designers brasileiros, disse em entrevista que a marca da Copa de 2014 é uma porcaria, parece alguém com vergonha, e o processo para sua escolha foi antiético. A ADG, a Associação dos Designers Gráficos, foi consultada pela FIFA, mas foi excluída de conduzir um concurso entre designers, o que gerou protestos.

Em post sobre o assunto no blog do Luis Nassif, uma boa idéia surgiu para materializar os protestos e tentar uma solução honrosa, ética e progressista para salvar algo que começa errado: um concurso entre designers brasileiros para uma marca open source. Um modelo paralelo ao oficial, em protesto ao modelo adotado, que valorize nossas nossas referências e dignifique o design brasileiro.

Estou certo que entidades como a ADG e a parte mais consciente da sociedade brasileira abraçará a idéia. Fora o centralismo venal de Ricardo Teixeira! Viva a arte, o futebol, o design e os valores brasileiros!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

terça-feira, 6 de julho de 2010

segunda-feira, 5 de julho de 2010

E no Ricardo Teixeira não vai nada?


Dunga foi demitido hoje e a TV Globo comemorou. Faustão disse que era chutar cachorro morto, mas o técnico era arrogante e incompetente.

Quem o demitiu foi o mesmo que o contratou, que estava o tempo todo com a seleção, dando ordens: Ricardo Teixeira.

Ele é presidente da CBF desde 1989 e vai ficar no cargo até 2015, quando tenta a boca gorda da FIFA.

Entende desta bocada. Seu sogro, João Havelange, ficou lá na presidência por 24 anos, período em que juntos alimentaram um grande fluxo de dinheiro em paraísos fiscais, fruto de comissões ilícitas, apostas, propinas variadas.

Quem diz é, entre outros, o jornalista inglês Andrew Jennings, um especialista na máfia do futebol.

E as organizações Globo apoiam a candidatura de Teixeira. Ele é amigo, parceiro, só traz alegrias. Não tem responsabilidades com o resultado do futebol.

Teixeira vai continuar escolhendo novos técnicos, dando palpites na convocação dos jogadores. E alimentando suas contas em paraísos fiscais.

A mídia sabe como a coisa funciona, mas não conta. Está no jogo, ao lado da máfia.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Meeeenngoooooo é Hexa!

Para comemorar o Hexa, a ótima versão do hino do Flamengo em inglês, de Lê Andrade. Vamos precisar da língua de Shakespeare para a campanha no campeonato mundial:



O Lê Andrade é brasileiro, por mais incrível que possa parecer. Trata-se de uma grande performance. O arranjo ficou ótimo.

E para ler, um ótimo texto sobre este grande vitorioso, Jorge Luís Andrade da Silva, o Andrade.

Em concentração

Amigos, uma pausa para evento de grande importância. Se o emissário da Folha aparecer com a intimação neste domingo, terá que me encontrar no meio dos meus amigos. Vejam o vídeo para entender onde estarei com eles:

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Além de Ronaldo



Passei o dia de hoje ouvindo opiniões sobre o mico de Ronaldo. Elas estão em toda a parte. Condenam. Reclamam. Fazem todas as piadas. Há motivos. Impossível ficar impassível frente à tamanha pisada na bola. Mas admito ter certa compaixão pelo ex-craque, que há muito não joga futebol, e imagino que agora mesmo é que nunca mais vai pisar em campo como profissional. Lamento a decadência do ex-menino que vi marcar gols sensacionais. O craque, o estilo explosivo, há muito se foram.

Cobrem da Nike suas responsabilidades. O menino virou caixa-forte de boa grana. Colocaram uma redoma e o seqüestraram bem cedo, quando perdeu a malandragem de Bento Ribeiro, o tanto que havia para aprender. Ficou o falso brilho da burguesia, seu entorno, as enganosas benesses, que mal soube como aproveitar. Romário deu um drible nele em experiência. Este fez de tudo, tomou todas, sem dar mole e sem virar valorizada caixa de sabão em pó. Mas Ronaldo virou apenas pó. Um Kaspar Hauser, preso no porão pela cupidez do patrão. Sendo tratado ainda ontem como menino bobo, no pai Fantástico, derradeira tentativa de salvar o investimento da mídia e seus aliados anunciantes.

Prefiro ficar com as imagens do craque. Lembro o azar e a sorte de Heleno de Freitas não ter convivido com um mundo de vídeos feitos até por pequenos artefatos no bolso. Não foram registradas suas melhores jogadas, nem suas mais notórias pisadas na bola. Espero que de Ronaldo fiquem na memória os seus melhores momentos, e a consciência de que há uma máquina capitalista de triturar meninos, principalmente os que sabem jogar futebol.